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Países historicamente aliados dos Estados Unidos buscam maneiras de diversificar economia diante de incertezas geradas pela Casa Branca<<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Danilo Cruz, da CNN Brasil, em São Paulo
Postado em 30 de Janeiro de 2.026 às 06h00m
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Entre as medidas estão: o comprometimento da farmacêutica britânica AstraZeneca de realizar US$ 15 bilhões em investimentos na China; a redução de tarifas para a entrada de uísque escocês em território chinês e um facilitador para empresas britânicas operarem em Pequim.
Essa foi a primeira visita de um chefe de governo do Reino Unido à China desde 2018. Acompanhado de empresários, o premiê afirmou que ambas as nações devem buscar objetivos comuns, enquanto preservam suas diferenças.
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"A China é um ator vital no palco mundial e é vital que nós construamos uma relação mais sofisticada, onde possamos identificar oportunidades para colaborar - mas que permita um diálogo onde discordamos", disse o britânico.
Já Xi Jinping apontou que a China está pronta para desenvolver uma parceria longa com o Reino Unido e que líderes precisam confrontar dificuldades quando um assunto serve aos interesses fundamentais do país e da população.
Starmer não é o primeiro grande aliado dos Estados Unidos a passar por Pequim em janeiro. Antes dele, o premiê canadense, Mark Carney, se encontrou com Xi Jinping, também para fechar cooperações comerciais. O primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz, será o próximo - mas ainda não tem data definida para a visita.
Esse movimento de aliados históricos dos Estados Unidos ocorre após uma série de instabilidades políticas e comerciais causadas pelo presidente americano, Donald Trump. Diante da imprevisibilidade americana, eles tentam encontrar algum alento na China e em outros países.
Trump rechaçou o movimento desses países. Questionado por jornalistas, ele disse que uma aproximação com a China "é muito perigosa" para os britânicos e que a segunda maior economia do mundo "não é a resposta".
Anteriormente, Trump também ameaçou os canadenses com tarifas de 100% em caso de acordo com Pequim.




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