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domingo, 26 de abril de 2015

Forte terremoto atinge Índia e Nepal e provoca avalanche no Himalaia

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Tremor foi de magnitude 6,7, inferior ao que atingiu região no sábado.
Terremoto no sábado deixou pelo menos 2.200 mortos.

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Do G1, em São Paulo
26/04/2015 04h59 - Atualizado em 26/04/2015 10h02
Postado às 10h30m
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Um forte terremoto atingiu a Índia e Nepal neste domingo (26) balançando edifícios em Nova Delhi e provocando uma avalanche no Himalaia, de acordo com a agência Reuters.
             
O Serviço Geológico dos Estados Unidos disse que o tremor foi de magnitude 6,7, inferior ao terremoto que atingiu a região no sábado (25), matando pelo menos 2.200 pessoas, segundo a agência de notícias Associated Press.


Em Katmandu, a capital, as pessoas passaram a noite ao relento ou em barracas.
O tremor secundário, que ocorreu a 10 km de profundidade, também foi sentido no Everest, onde provocou novas avalanches.

Sábado
No sábado (25), um forte terremoto de magnitude 7,8 estremeceu o Nepal, deixando mais de 2.200 mortos e milhares de feridos. O terremoto foi o pior a atingir o país em 80 anos.


O porta-voz da polícia nacional, Kamal Singh Ban, disse que só no país, o número de mortos chegava a 2.152 pessoas, enquanto 4.629 teriam ficado feridas. Um balanço anterior informava sobre 1.953 mortos, segundo a agência de notícias France Press.

A força do terremoto foi sentida também em Bangladesh, Índia, China, Paquistão e no Monte Everest, onde uma avalanche provocada pelo abalo deixou pelo menos 17 mortos. Na Índia, as autoridades estimam em 57 o total de mortos, contra um balanço anterior de 53.

O tremor ocorreu às 3h11 (de Brasília), a 77 km ao noroeste de Katmandu e a 15 km de profundidade. Outras quatro réplicas menores atingiram o país logo após o terremoto mais potente.

"Há relatos de danos generalizados. A devastação não está confinada a algumas áreas do Nepal. Quase todo o país foi atingido", disse Krishna Prasad Dhakal, vice-chefe da missão na embaixada do Nepal, em Nova Déli.

Testemunhas disseram às agências de notícias que o terremoto durou entre 30 segundos e dois minutos. Milhares de pessoas deixaram seus lares e estão nas ruas da capital, Katmandu, com receio de que casas e prédios desmoronem.

As equipes de resgate continuavam as buscas por sobreviventes no domingo, uma tarefa complicada pelos fortes tremores secundários e pelo difícil acesso às zonas afetadas.

Ajuda
As comunicações, a eletricidade e a água corrente foram cortados, informou a ONG Oxfam, que "se prepara para fornecer água potável e artigos de primeira necessidade", segundo a sua diretora no Nepal, Cecilia Keizer.


Os hospitais do país de 28 milhões de habitantes tentam dar conta dos feridos, enquanto a busca por sobreviventes é complicada devido à falta de equipamentos para escavar. As imagens mostram cidadãos tentando retirar escombros com as próprias mãos.
Capital Katmandu foi a mais afetada pelo sismo de magnitude 7,8 (Foto: Prakash Mathema / AFP)Capital Katmandu foi a mais afetada pelo sismo de magnitude 7,8 no sábado (25) (Foto: Prakash Mathema / AFP)

Mapa terremoto Nepal (Foto: Arte/G1)
Destruição
A cidade de Katmandu foi a que mais sofreu. Há registros de danos em edificios e casas, especialmente nas construções mais antigas, e também em templos e monumentos.


Erguida em 1832 na capital do Nepal, a torre histórica de Dharara, uma das atrações turísticas da capital do país, não resistiu ao tremor e foi totalmente destruída.

Cerca de dezessete corpos foram retirados das ruínas, segundo um fotógrafo da agência France Press (AFP).

É a segunda vez que a torre vai ao chão por causa de um terremoto – a primeira foi em 1934, quando um abalo de magnitude 8,1 provocou a morte de 10.700 pessoas no leste do país e na província indiana de Bihar.
Torre foi destruída pela 2ª vez por terremoto (Foto: Niranjan Shrestha/AP / Sumona/CC)Torre foi destruída pela 2ª vez por terremoto (Foto: Niranjan Shrestha/AP / Sumona/CC)

Brasileiros
Às 16h30, o Itamaraty informou que, até o momento, não há brasileiros entre as vítimas e que todos aqueles que foram localizados pela embaixada no Nepal estão bem.


As famílias podem entrar em contato pelo telefone: (61) 8197-2284. O G1 entrou em contato com diversos brasileiros que presenciaram o terremoto.
Mariana Malaguti Uchôa está em local afetado por terremoto (Foto: Reprodução/GloboNews)
Mariana Malaguti Uchôa ainda não foi localizada
pela família (Foto: Reprodução/GloboNews)

Segundo o Itamaraty, a comunicação com as autoridades no Nepal está muito ruim. Uma equipe de funcionários da embaixada está fazendo uma busca nos hotéis e nas comunidades brasileiras para saber se precisam de ajuda.

O montanhista cearense que está no Monte Everest, Rosier Alexandre, ligou para a família por volta das 7h30 da manhã deste sábado, após o terremoto. O montanhista conversou com a mulher e disse que está bem.

"Ele falou muito rapidamente, disse que está bem, mas não sabe como está a via de escalada", disse Danúbia Saraiva, mulher de Alexandre. O cearense está no campo 2 do monte, a 5.364 metros de altitude.
Terremoto provocou avalanche no monte Everest (Foto: Azim Afif via AP)Terremoto provocou avalanche no monte Everest (Foto: Azim Afif via AP)

Everest
O forte terremoto desencadeou uma avalanche no Monte Everest. Segundo uma autoridade do Ministério do Turismo local, são ao menos 17 mortos e 61 feridos. "O número de vítimas pode subir e incluir estrangeiros", disse à agência Reuters.


O alpinista romeno Alex Gavan disse no Twitter que havia muitas pessoas na montanha na hora da avalanche. Entre elas, o engenheiro do Google Dan Fridenburg, que sofreu um ferimento na cabeça e não resistiu.
Fredinburg chegou ao Nepal no final de março para a escalada (Foto: Reprodução/Instagram/danfredinburg)
Dan Fredinburg  morreu em avalanche
(Foto: Reprodução/Instagram/danfredinburg)

Abril é um dos meses mais populares para escalar o Everest, antes de a chuva e as nuvens encobrirem a montanha do Himalaia no final do mês que vem.

O tremor também sacudiu algumas regiões da Índia, principalmente o norte do país, desde Calcutá, Nova Déli, até a fronteira com o Paquistão. Ao menos seis pessoas morreram na Índia, cinco delas no estado de Bihar (noroeste), informaram autoridades.

Mobilização internacional
A mobilização internacional para ajudar as vítimas do terremoto no Nepal se organiza rapidamente, embora as agências humanitárias ainda não tenham conseguido calcular exatamente as necessidades no local.


"Tratamos de avaliar a amplitude da catástrofe", disse à AFP um integrante da ONG Médicos do Mundo, que tem uma equipe no Nepal, mas que enfrenta dificuldades de acesso à área afetada, já que a maioria das telecomunicações foram interrompidas na região.
Homem ajuda a limpar o que restou da praça Durbar, patrimônio histórico tomabado pela Unesco, em Katmandu (Foto: Prakash Mathema / AFP)
Praça Dunbar era patrimônio da Unesco, em
Katmandu (Foto: Prakash Mathema / AFP)

Voluntários e funcionários da Cruz Vermelha no Nepal ajudam a buscar eventuais sobreviventes e a atender os feridos, disse a organização em comunicado.

Os Estados Unidos anunciaram o envio de uma equipe de resgate e o desbloqueio de uma primeira parcela de US$ 1 milhão para ajudar as vítimas, anunciou a agência americana de ajuda USAID.

Reino Unido, Israel, Rússia e membros da Comunidade Europeia já afirmaram que pretendem enviar equipes de especialistas em reação a catástrofes humanitárias. A chanceler alemã Angela Merkel, que se disse "comovida pela magnitude da catástrofe e pelo grande número de vítimas", também enviou suas condolências ao primeiro-ministro do Nepal, Sushil Koirala.

A presidente Dilma Rousseff divulgou nota oficial para prestar "solidariedade" às famílias das vítimas do terremoto. No comunicado, distribuído pelo Palácio do Planalto, Dilma diz que a embaixada está tomando "todas as providências em apoio aos cidadãos brasileiros" que estão na região da tragédia.
Homem observa casa que tombou após o terremoto que atingiu a Índia e o Nepal matando centenas (Foto: Diptendu DuttaAFP)Homem observa casa que tombou após o terremoto que atingiu o Nepal (Foto: Diptendu DuttaAFP)

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