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domingo, 12 de junho de 2011

Band Tocantins é a 1ª emissora no país a usar iPad 2 como teleprompter

 BRASIL - - Tocantins

Hessel, que está na emissora há 14 anos, lembra que esta não é a primeira vez que a Band inova...



Tatiane Conceição

 

!!*=*!! Dia 2 de junho, o diretor de Jornalismo Fernando Hessel, da Band Tocantins, transmitiu um boletim “Notícias da Redação” que pode ser considerado histórico (assista acima). É que, pela primeira vez no Brasil, um iPad 2 foi utilizado como teleprompter em um telejornal.

Hessel conta que o iPad 2 traz como principais vantagens a agilidade e a mobilidade. Ele pode, por exemplo, editar os textos na redação e depois levar o tablet direto para a bancada. “A gente sempre pensa de forma analógica, mas precisa quebrar paradigmas ao transmitir as informações”, diz ele.

Ele revela que comprou o iPad 2 em uma viagem aos Estados Unidos, antes que o produto chegasse ao Brasil. Na volta, ele começou a fazer testes com o produto e adquiriu um software na App Store exclusivo para o lançamento da Apple.

Por meio de um cabo VGA vendido pela própria Apple, ele conecta o tablet, que fica na bancada do telejornal, ao teleprompter. Desta forma, ele consegue controlar o aparelho durante o programa.

“Isso acho que é só o começo. Quando a gente fala de tecnologia, não sabe o que pode vir pela frente. Há inovações a cada minuto”, afirma.



Histórico de inovações


Hessel, que está na emissora há 14 anos, lembra que esta não é a primeira vez que a Band sai na frente, no que diz respeito a novas tecnologias. Em 1950, a Rádio Bandeirantes foi a primeira a transmitir initerruptamente por 24 horas. Cinco anos depois, ela implantou um sistema que concentrava em três minutos seus intervalos comerciais, em uma época em que as demais emissoras levavam ao ar os “reclames”.

Em 1972, a Band foi a primeira emissora no país a transmitir toda a sua programação em cores. Em 2005, começou a utilizar celulares como ferramenta de transmissões ao vivo.

Essas inovações mostram a importância da ousadia no Jornalismo, diz Hessel. “Às vezes, você entra no sistema automático de produção, mas tem que sair do trivial para buscar novas formas”, finaliza.

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