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segunda-feira, 9 de maio de 2011

EUA tentam sem êxito eliminar outro líder da al-Qaeda



Iêmen


## = ## IÊMEN - O governo dos EUA continua a perseguir a al-Qaeda após a morte de Bin Laden. Um ataque de mísseis realizado por Drone (avião não tripulado) de militares norte-americanos em uma região do Iêmen na quinta-feira teve como objetivo matar Anwar al-Awlaki, o clérigo radical nascido nos Estados Unidos, que, segundo o jornal Wall Street, é atualmente a maior ameaça aos países ocidentais.
Awlaki saiu ileso do ataque, de acordo com o jornal El País. Dois membros da al-Qaeda, os irmãos Abdullah e Mubarak Musaid, morreram.
Em um primeiro bombardeio, os militares norte-americanos lançaram três mísseis contra um caminhão em que estava Awlaki e um cidadão de nacionalidade saudita. Após a primeira tentativa, os irmãos Mubarak chegaram ao local e trocaram o seu carro pelo caminhão para proteger líder terrorista do segundo ataque, do qual foram vítimas fatais.
Foi o primeiro ataque americano no Iêmen usando um Drone (avião não tripulado) desde 2002, quando a CIA atingiu um grupo de militantes suspeitos, inclusive um cidadão americano, que se acreditava ter laços Qaeda.
O ataque de quinta-feira faz parte de um programa do Pentágono contra membros do al-Qaeda na Península Arábica, o grupo considerado responsável por uma série de tentativas fracassadas de ataque aos EUA, incluindo a trama frustrada de explodir um avião transatlântico em 25 de dezembro de 2009, quando se preparava para pousar em Detroit.
Embora Awlaki não esteja apontado para ser um dos líderes do grupo, ele tem sido um alvo de militares americanos e agentes de inteligência por ser um recrutado de língua inglesa e militante no Iêmen preparado para ataques no exterior. Seus sermões radicais, transmitidos pela internet, já atraíram grande número de seguidores no mundo.
A administração de Obama tomou a rara decisão de aprovar o assassinato de Awlaki, mesmo que seja um cidadão americano. Tropas do Conjunto Especial do Pentágono está encarregado da missão no Iémen, com a ajuda da CIA.

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